Para Maria, a experiência musical e pessoal adquirida nestes quatro anos estão refletidas em “Guelã”. “É um disco diferente dos outros. Muita coisa aconteceu nesse meio tempo: viajei, fiz música lá fora e tive a oportunidade de conhecer outros artistas, de outras nacionalidades”, explica a cantora sobre as influências sob o novo trabalho.

“Guelã” foi produzido pela própria Maria Gadú e contou com coprodução de Federico Puppi, que também participou da gravação do disco tocando cello e baixo. E, além dos vocais, a artista ainda assume a guitarra e o violão.

O novo álbum foi gravado e mixado na Toca do Bandido (Rio de Janeiro) por Rodrigo Vidal, e traz a identidade da cantora, que cuidou de cada detalhe. “É um disco feito a pouquíssimas mãos. Trabalhei meticulosamente em cima dele dentro de casa, com preciosismo e cuidado. Não é um apanhado de canções, todas elas têm a ver entre si. Nos meus outros lançamentos, desde 2009, trabalhei com pessoas muito boas, mas desta vez senti a necessidade de me desafiar e ver quem eu era. Foi muito legal e diferente.  Nesse momento, eu sou exatamente o que está ali no disco”, revela a artista.

produzido por: Maria Gadú
co-produzido por: Federico Puppi
gravado e mixado na: Toca do Bandido por: Rodrigo Vidal
assistentes de gravação: Léo Ribeiro e Sérgio “Sombra”

Maria Gadú: voz, guitarra e violão
Federico Puppi: cello, baixo
Lancaster Pinto: baixo
Doga: percussão
Tomaz Lenz: bateria

Arte

concepção: Maria Gadú, Lua Leça e Luisa Corsini
foto: Catharina Suleiman
projeto gráfico: Luisa Corsini

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